O tratamento do câncer de próstata é um processo que busca oferecer qualidade de vida ao paciente, adequando-se ao estágio e características da doença. Existem várias abordagens, desde a vigilância ativa para casos em estágio inicial até opções como cirurgia, radioterapia e tratamentos hormonais. A escolha do método mais protegido depende de diversos fatores, incluindo idade, saúde geral e agressividade do tumor.
Para pacientes que necessitam de intervenções mais intensivas, a cirurgia de remoção de próstata pode ser indicada, enquanto a radioterapia busca destruir células cancerígenas sem a necessidade de um procedimento invasivo. Já a terapia hormonal reduz a quantidade de hormônios que alimentam o crescimento do câncer, sendo uma alternativa eficaz em casos específicos.
É essencial que os pacientes discutam com especialistas as possibilidades de tratamento, entendendo os benefícios e possíveis efeitos. Desta forma, o caminho para o enfrentamento do câncer de próstata se torna mais claro e adaptado às necessidades individuais de cada pessoa.
2.1-Prostatectomia radical

A prostatectomia radical é uma cirurgia indicada para tratar o câncer de próstata localizado, removendo a próstata e tecidos afetados próximos. No pós-operatório, o paciente utiliza uma sonda e dreno, que devem ser manuseados com cuidado. Recomenda-se uma dieta leve e mobilização inicial após a recuperação da anestesia.
Os curativos devem ser removidos entre 24 a 48 horas após a cirurgia, mantendo a área limpa e seca. A alta hospitalar costuma ocorrer dentro desse período também, mas a sonda permanece por mais tempo.
Em casa, o paciente deve seguir orientações sobre os cuidados com a sonda e os curativos, repouso relativo e dieta balanceada. O retorno médico entre 10 e 15 dias é essencial para avaliação, retirada da sonda e possíveis resultados de exames anatômicos.
2.2- Prostatectomia simples

A prostatectomia simples trata a hiperplasia prostática benigna (HPB), uma condição comum que afeta homens, especialmente em fases mais avançadas da vida. Com o aumento da próstata, há uma compressão da uretra que dificulta a micção, aumenta a frequência urinária e proporciona uma sensação de esvaziamento incompleto da bexiga.
Durante o procedimento, o cirurgião remove parte do tecido da próstata que obstrui o fluxo urinário, ajudando a aliviar esses sintomas. Além disso, se realizada por meio de técnicas robóticas, proporcionará uma recuperação mais rápida e com menos desconforto para o paciente.
No entanto, vale reforçar que esse tratamento é especialmente recomendado para pacientes que não tiveram resultados satisfatórios com terapias menos invasivas.
Dr. Heder Murari
Urologista
CRM-GO 6126/ CRM-DF 14240/ RQE 1612 / 11198
- Residência Médica em Urologia pela Santa Casa de Misericórdia de Goiás;
- Especialização em Organização e Procura de Órgãos e tecidos para transplantes, Hospital Clinic de Barcelona;
- Aprimoramento em Transplante Renal Pediátrico no Hospital Samaritano.
- Pós-graduação em Cirurgia Robótica pelo Hospital Albert Einstein em SP.
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